16 de Maio: Dia Mundial de Solidariedade ao Papa

Queremos unir-nos visivelmente ao redor de Bento XVI, como filhos juntos do pai, desejosos de sustentá-lo em seu ministério, exprimindo afeto e gratidão pela sua paixão por Cristo e pela humanidade inteira”, esclarece Dom João Carlos Petrini, bispo auxiliar da arquidiocese de Salvador (BA) ao externar o convite das Associações e Movimentos Eclesiais p/ o Ato de Solidariedade ao Papa Bento XVI, a ocorrer no Terreiro de Jesus, mais exatamente na Catedral Basílica da capital bahiana, a partir das 10 horas desta manhã de 16 de maio, domingo da solenidade da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo, em sintonia com outras cidades e dioceses por todo o mundo.

A demonstração de apoio conjunta atende a um convite direto de Roma, da Consulta Nacional de Associações Laicas (CNAL), a qual reúne 67 organizações, tendo convocado no mês passado para esse dia uma grande manifestação na Praça de São Pedro.

Na arquidiocese do Rio de Janeiro, o Ato será recordado em todas as paróquias, e a principal manifestação ocorre, a partir das 17 horas, na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé. Nas palavras do arcebispo Dom Orani João Tempesta, “Vamos celebrar nossa comunhão com Pedro, através do Papa Bento XVI. Estaremos em comunhão com ele e diremos que ele não está sozinho. Rezaremos nessa intenção, com a preocupação de estarmos sempre juntos”.

Católicos podem enviar SMS de solidariedade ao Papa

A iniciativa é de um programa da televisão pública italiana RAI, em meio ao escândalo de abuso sexual de crianças por padres

(Agência AFP, 08/05/2010) O programa religioso semanal da televisão pública italiana RAI anunciou neste sábado a ativação de uma linha telefônica para que os católicos possam enviar mensagens SMS de “solidariedade” ao Papa Bento XVI, em um momento no qual os escândalos de pedofilia afetam a Igreja.

A iniciativa, relacionada com o 16 de maio na Praça de São Pedro, objetiva “demonstrar” a Bento XVI o afeto dos católicos, após a onda de ataques ao Santo Padre buscando responsabilizá-lo pelos casos de pedofilia cometidos por diversos padres.

O número para enviar uma mensagem ao Papa é (**39) 335 18 63 091.

“É realmente uma oportunidade única porque, por meio deste número, todos poderão expressar sua solidariedade, mesmo sem estar presente na Praça de São Pedro”, comentou Rosario Carello, diretor do programa que vai ao ar aos domingos no canal estatal RAI Uno.

O cardeal brasileiro Dom Claudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, enviou uma carta aos 400.000 padres católicos dos cinco continentes para que “apóiem publicamente o Santo Padre” por ocasião do ato de encerramento do “ano sacerdotal”, que a Igreja celebrará nos dias 9, 10 e 11 de junho.

Itália expulsa marroquinos por suspeita de complô para matar o Papa

(Agência Reuters, 14/05/2010, reportagem de Antonella Cinelli) Dois estudantes marroquinos deportados da Itália no mês passado eram suspeitos de tramar para assassinar o papa Bento 16, disse uma fonte do Ministério Interior italiano na sexta-feira.

Mohamed Hlal, de 26 anos, e Ahmed Errahmouni, de 22, estudantes da Universidade para Estrangeiros na cidade de Perugia, na região central da Itália, ficaram sob vigilância da polícia antiterrorista durante meses antes de serem expulsos no dia 29 de abril.

“Durante a investigação sobre eles, os investigadores encontraram evidência sugerindo que os dois (suspeitos) tramavam um ataque contra o papa”, disse a fonte.

A polícia descobriu um mapa de Turim na casa de Errahmouni com anotações com números e círculos, antes de uma visita do papa Bento 16 à cidade no norte da Itália, no dia 2 de maio, para reverenciar a Mortalha de Turim, que muitos católicos acreditam que tenha sido a mortalha de Jesus Cristo.

O cidadão turco Mehmet Ali Agca, que baleou e feriu com gravidade o papa João Paulo 2o em 1981, também estava matriculado como estudante de línguas na universidade de Perugia.

Ato pró-Bento 16 reúne 150 mil no Vaticano

(Assimina Vlahou, de Roma para a BBC Brasil, 17/05/2010)

Cerca de 150 mil pessoas se reuniram no Vaticano neste domingo para demonstrar solidariedade ao papa Bento 16 após o escândalo provocado pelos casos de abusos sexuais cometidos por sacerdotes.

Grupos de católicos, vindos de diversas cidades italianas, lotaram a Praça de São Pedro, no Vaticano, exibindo diversos cartazes com dizeres como “Sua Santidade, você não está sozinho” e “Não tenham medo, Jesus venceu o mal”.

Durante a manifestação, que ocorreu pouco antes do meio dia, os fiéis rezaram pelas vitimas de abusos sexuais cometidos por religiosos e por suas famílias e pediram que a Igreja seja purificada através da penitência.

“Não podemos negar que o escândalo existe e é grave, mas o Papa não respondeu impulsivamente, como as pessoas fariam. Ele está se comportando como um pai”, disse um dos manifestantes.

“Estamos aqui para pedir que Deus preserve o Papa e que nada nos afaste dele. Estes escândalos fazem sofrer, mas isto não nos impede de estar próximo ao papa. Ao contrário, nos aproxima cada vez mais dele”, disse outra manifestante.

Pecado

O Papa agradeceu as manifestações logo após a oração do Regina Coeli e afirmou: “O verdadeiro inimigo que devemos temer e combater é o pecado, o mal espiritual que às vezes, infelizmente, contagia os membros da Igreja. Vivemos no mundo, mas não somos do mundo. Não devemos temer o mundo, embora tenhamos que nos defender de suas seduções. Devemos, no entanto, temer o pecado e por isto ser fortemente enraizados em Deus, no bem, no amor e no serviço”.

(Para matéria completa do ato realizado em Roma: clicar na foto, acima, da manifestação)

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