Archive for the Cultura Category

PATRIMÔNIO E PRESENÇA CRISTÃ NA FORMAÇÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

Posted in Brasilidade, Cristandade, Cultura, espiritualidade, Senso Religioso with tags , , , , , , , on 27/03/2015 by ehlsinore

Convite - 27mar2015 Palestra UNIRIO

Convite para a edição 2015 do Projeto de Extensão da UNIRIO: “Igrejas Históricas do Rio de Janeiro: descobrindo e revelando os seus acervos”.

1º momento: Abertura e Palestra PATRIMÔNIO E PRESENÇA CRISTÃ NA FORMAÇÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO (Prof. Manuel Rolph Cabeceiras) – dia 27 de março (sexta feira) na UNIRIO;

2º momento: VISITA GUIADA (Profª Márcia Valéria Rosa) às Igrejas Coloniais da Ordem Terceira do Carmo e da Santa Cruz dos Militares no centro do Rio de Janeiro (rua Primeiro de Março) – dia 11 de abril (sábado).

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A CRUZ E A REDE DE DORMIR: palestra na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), dia 6 de maio

Posted in Brasilidade, Cristandade, Cultura, Etnicidade, Identidade with tags , , , , , on 01/05/2014 by ehlsinore

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SOBRE PROTESTOS E BOATOS

Posted in Cidadania, Corrupção, Cultura, Inclusão Social, Mobilidade Urbana, Movimento Social, Mudança Social, Unidade / Pluralidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/06/2013 by ehlsinore

Tenho visto e lido, amigos à direita e à esquerda, falarem de golpe, de algo maquiavélico por trás dos protestos populares destes últimos dias. Aliás, isso começou na direita e, agora, está num crescendo à esquerda. Acusações na maioria mútuas, a direita acusando a esquerda de golpe, a esquerda fazendo o mesmo em relação à direita. Todos esses discursos podem até manifestar, da parte de alguns, um desejo íntimo, mas da maioria é resultado do clima de boataria que ocorre quando não se tem respostas seguras, quando não se compreende adequadamente o que ocorre.

É a incerteza diante da novidade que irrompe diante de nossos olhos e debaixo de nossos narizes. O não se saber explicá-la porque se teima em usar o mesmo esquema interpretativo surrado e gasto que não dá conta mais da realidade. Novidade que já se manifestava durante algum tempo, e muitos queriam não perceber ou desacreditar, mas cuja erupção acabou por ocorrer nestes dias.

Para mim, visceralmente centro-esquerda e que não sigo a cartilha ideológica de grupo algum, sou o meu próprio cacique e de mais ninguém, democrata radical que aposta na inventividade popular e nas formas de democracia direta, é apaixonante vivenciar o que estamos a viver nestes dias. A História é sempre surpreendente, volta e meia resolve aprontar com quem imagina saber de tudo e deixa de prestar atenção aos acontecimentos, chacoalhando a realidade social.

Sobre os boatos, cumpre esclarecer: as Forças Armadas estão léguas de distância de desejar irem além de sua missão constitucional e intervir nos rumos da política nacional. Entre outras razões, estão escaldadas da vez derradeira que assim procederam e do ônus que têm de carregar como se o regime implantado em 1964 fosse uma ação exclusiva militar e não resultado de amplo espectro social. Mais um detalhe: golpe algum num país da dimensão e da importância do Brasil seria engendrado sem apoio externo.

Ora, o cenário internacional não favorece adoção de regimes ditatoriais. Este é um dado fundamental: a comunidade internacional, muito ao contrário, contestaria qualquer rumo tomado por nosso país nessa direção. Num mundo globalizado isso conta mais que ontem. Observem, não vemos nenhuma grande liderança política externando receio de golpe, pois sabe não há qualquer possibilidade nessa linha. Fala-se tanto em contexto, mas este importante dado é deixado por quem embarca na canoa furada golpista.

A respeito da dinâmica do presente movimento, para quem não sabe: o povo não tem dono! O protesto é resultado de uma insatisfação generalizada com os rumos do país, de um grito preso na garganta que vinha sendo balbuciado em face do desprezo escancarado das nossas elites políticas pelas necessidades de nosso país e pela realidade do povo.

Os vinte centavos foram o estopim, grupinho algum é dono do movimento, incluindo em São Paulo capital o MPL, sigla pela qual atende o Movimento Passe Livre. Da mesma forma que os vinte centavos foram o estopim, na pauliceia o povo pegou carona na convocação deles e os ultrapassou. O MPL só apareceu porque a nossa classe política acostumada aos velhos esquemas e chavões precisava de uma liderança como interlocutora. Na internet a convocação surge de anônimos e isso incomoda os iluminados vanguardistas da esquerda, atemorizam os ressabiados da direita e inquieta as elites governantes que não sabem lidar com a realidade que vem reiteradamente desprezando.

Tais elites governantes tentaram jogar água na fervura com uma muita bem orquestrada redução das tarifas. Para azar delas, num ato falho, tropeçaram nos seus próprios pés ao fazerem um discurso de criança que, tendo de ceder a todo o resto da garotada, insatisfeita com o jogo imposto pelo “dono” da bola, faz birra e lança ameaças de cortes de gastos em áreas básicas.

E então, é sempre no bolso de quem mais paga impostos é que tem de mexer? Nesses anos todos os donos das empresas de transporte ganharam muito além da inflação e, agora, como se os coitadinhos fossem amargar prejuízo têm de ser ressarcidos pelos cofres públicos? E o povo apanha duas vezes, pagando através dos impostos tal socorro e ao deixar de usar esse mesmo imposto nas áreas sociais das quais somos tão carentes? Tudo não passou, ao tentarem posar n foto de bonitinhos,  Srs. Haddad, Paes, Alckmin e demais governantes de uma desavergonhada atitude maquiadora de quem faz e fará uso da caixinha dessas empresas em suas campanhas políticas.

A indignação é contra todos os três poderes, em todos os níveis, incluindo o governo federal intimamente associado à maioria dos executivos municipais e estaduais mancomunados com tais empresas e que, numa política economicamente nada sustentável e irresponsável, atulhou as ruas de automóveis, sem projeto algum para longo prazo.

Portanto é também um movimento de indignação contra o descaso eleitoreiro do governo Dilma-Lula e então, vem o partido da Sra. PresidentE querer ser governo sem ter o ônus de ser governo e posar de oposição nas ruas encenando não ter qualquer relação alguma com os desgovernos do país? E também é contra os governos ditos da oposição, pois participam desse mesmo esquema estrutural corrupto que precisa ser quebrado.

Independente de boas intenções individuais e de acertos pontuais que se possa achar no varejo entre governantes e políticos, a questão é no atacado, é estrutural. Independente da clareza, consciência e coerência que cada um dos manifestantes possa ter (não se pode exigir numa multidão de centenas de milhares que todos exibam o mesmo nível), é um grito que precisava ser dado por quem, de fato, é o dono da bola, o povo.

É a indignação contra essas estruturas e hábitos perversos disseminados entre as nossas elites, seja quais forem as suas cores político-partidárias e ideológicas. O que tudo isso resultará, só os acontecimentos dirão, mas este é o momento do grito de indignação de todo um povo que mal estava conseguindo se fazer ouvir por quem deveria ser o seu representante.

Ontem houve quem dissesse não ser de partido e que, se sentindo perdido como estava, chegava a sentir falta de um partido com comitê central para dizer a ele o que fazer… É este o pior caminho, o de abdicar de nossa autonomia! Ouse ver os sinais do novo, as brumas leves da paixão que vem de dentro, escute, liberte o seu intelecto, arrisque a pensar por si próprio e comparar com liberdade e isenção, sem amarras.

Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão

Posted in Alteridade, Cristandade, Cultura, Diversidade, Estado e Igreja, Etnicidade, Identidade, Inclusão Social, Papado, Pensamento Social with tags , , , , , , , , , , on 03/01/2013 by ehlsinore
Santos, negros e católicos, o cristianismo abraça a todos, rompendo as barreiras do mundo, fazendo todos nós irmãos na mesma Fé, filhos do Deus Uno e Trino!  Na terra Igreja militante, sinal da Igreja triunfante no céu!

Santos, negros e católicos, o cristianismo abraça a todos, rompendo as barreiras do mundo, fazendo todos nós irmãos na mesma Fé, filhos do Deus Uno e Trino! Na terra Igreja militante, sinal da Igreja triunfante no céu! Dica da postagem e do portal “Apologistas Católicos” de Luíza Hernandez, grato.

1 – Em 13 de Janeiro de 1435, através da bula Sicut Dudum, o papa Eugénio IV mandou RESTITUIR À LIBERDADE os cativos das ilhas Canárias.

2- Em 7 de setembro de 1462, o papa Pio II (1458-1464) deu instruções aos bispos contra os tratamentos dos negros proveniente da Etiópia condenando o comércio de escravos como magnum scelus (grande crime)

3- Em 1537, o papa Paulo III (1534-1549), através da bula Sublimus Dei (23 de Maio) e da encíclica Veritas ipsa (9 de Junho), lembrava aos cristãos que os índios “das partes ocidentais, e os do meio-dia, e DEMAIS GENTES”, eram SERES LIVRES POR NATUREZA.

4- Em 1571 Tomás de Mercado, TEÓLOGO DE SEVILHA, declarava DESUMANA E ILÍCITA A TRAFICÂNCIA DE ESCRAVOS. Em sua Summa de TRATOS Y CONTRATOS, este autor afirmava não haver justificativa para negócio tão infame.

5- O papa Gregório XIV (1590-1591) publicou a CUM SICUTI (1591) condenando a escravidão.

6- O papa Urbano VIII (1623-1644), também se pronunciou contra a escravidão na COMMISSUM NOBIS (1639).

7- O papa Bento XIV (1740-1758) na Bula IMMENSA PASTORUM escreveu: “…recebemos certas notícias não sem gravíssima tristeza de nosso ânimo paterno, depois de tantos conselhos dados pelos mesmos Romanos Pontífices, nossos Predecessores, depois de Constituições publicadas prescrevendo que aos infiéis do melhor -modo possível dever-se-ia prestar trabalho, auxílio, amparo, não descarregar injúrias, não flagelos, não ligames, NÃO ESCRAVIDÃO, não morte violenta, sob gravíssimas penas e censuras
eclesiásticas…”

8- O papa Gregório XVI (1831-1846) ao publicar a bula IN SUPREMO (1839) condenou a escravidão da seguinte forma: “Admoestamos os fiéis para que se abstenham do desumano tráfico dos negros ou de quaisquer outros homens que sejam…”

9- Em 1888, o Papa Leão XIII, na encíclica IN PLURIMIS, dirigida aos bispos do Brasil, pediu-lhes apoio ao Imperador (Dom Pedro II) e a sua filha (Princesa Isabel), na luta que estavam a travar pela abolição definitiva da escravidão.

Detalhe: Houve três papas africanos que vieram de uma região do norte da África, onde os povos eram predominantemente negros. Embora não haja nenhum retrato autêntico destes papas, há desenhos e referências na Enciclopédia Católica a respeito de serem africanos. Os nomes dos três papas africanos são Vencedor ou Victor, Gelasius , e Melquiades ou Miltiades.

Para citar:


VIANA, Marina. Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão. Disponível em: < http://www.apologistascatolicos.com/index.php/magisterio/documentos-eclesiasticos/decretos-e-bulas/506-documentos-oficiais-da-igreja-contra-a-escravidao>. Desde 27/03/2012

O Novo Ano vem chegando…

Posted in Bento XVI, Cultura, espiritualidade, Pintura, Senso Religioso with tags , on 30/12/2012 by ehlsinore

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30 de dezembro - Festa da Sagrada Família

Mosaico da Sagrada Família abençoado pelo Papa Bento XVI em 11abr2012, antes da audiência geral concedida aos peregrinos, como símbolo do VII Encontro Mundial das Famílias (Milão, 30mai a 3jun2012). A obra é de autoria de Padre Marko Ivan Rupnik, artista, teólogo e jesuíta esloveno, autor também de mosaicos na Capela Redemptoris Mater, no Vaticano, e nas basílicas de Fátima, Lourdes e S. Giovanni Rotondo.
A obra, de 115×130, pesa 60 Kg, e representa a Santa Família de Nazaré dentro de um arco elíptico, inserindo-a no centro da história da salvação este exemplo de núcleo familiar. A mão do Pai Eterno, na parte superior do mosaico, doa o Espírito sob a forma de chama ardente: se tem assim o encontro da Santíssima Trindade e a humanidade inteira, encontro que permite a todo o ser vivente de ser abraçado pela salvação de Deus.

30 de DEZEMBRO

FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA

oremos

Sagrada família, Jesus, Maria e José, nós vos agradecemos pela convivência exemplar que tivestes no cumprimento da vontade do Pai. Que em nossos lares floresçam as virtudes que animaram o vosso lar em Nazaré: caridade, humildade, diálogo, compreensão e ternura. Intercedei por todas as famílias que hoje passam por grandes dificuldades e crises (pode-se fazer um pedido especial). Queremos também pedir a graça de sempre colaborar com a nossa vida e testemunho, para que todas as famílias descubram os caminhos do amor, da compreensão, do diálogo sincero e da paz. Jesus, Maria e José, rogai a Deus por todas as famílias, Amém!
Jesus, Maria e José, rogai por nós!

OBRAS RARAS DO CATOLICISMO: campanha de digitalização

Posted in Cultura, espiritualidade, Livros on 29/12/2012 by ehlsinore

Obras Raras do Catolicismo

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Entre os diversos periódicos depositados no sítio, destaque para alguns números da revista “A Ordem”, importante veículo do laicato (embora nela também escrevessem clérigos) e da intelectualidade católica brasileira. No período de sua publicação brilhou em dois grandes momentos: a fase inicial dirigida por Jackson de Figueiredo (1921-28) e, logo depois, sob a direção do grande Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde) contribuiu decisivamente para renovação do Catolicismo brasileiro nos anos 30 e 40. A revista, publicada até 1980, era vinculada ao Centro Dom Vital, fundado em 1922. Ambas as iniciativas tiveram como grande animador o arcebispo do Rio de Janeiro Dom Sebastião Leme, homem de grande visão e iniciativa. O Centro Dom Vital atingido nos anos 60 pelos dilemas internos da Igreja em nosso país e, após um período de hibernação, retomou agora em março de 2012 as suas atividades, tendo como atual presidente Luiz Paulo Horta. No sítio Obras Católicas podem ser feitos downloads de números da revista A Ordem, com interrupções, de 1937 a 1961.

Agrupadas em diversas categorias (Apologética, Bíblia, Biografia, Catecismo, Direito Canônico, Escatologia, Espiritualidade, Filosofia, História, Homiléticas, Liturgia, Patrologia, Revistas, Teologia, Boletins Informativos) o sítio é resultado de uma primeira campanha “iniciada em agosto de 2009 e concluída no mês de maio de 2011, tendo por objetivos imediatos a preservação e a divulgação de livros importantes que, por razões diversas, deixaram, desde há alguns anos, de ser editados no Brasil e mesmo no exterior”.

Além de clicar nas imagens para se chegar ao sítio das obras, pode-se buscar na lista de links na coluna à direita dos posts aqui publicados o endereço ora comentado.

Entre as muitas e importantes obras, para oferecer uma ideia do que pode ser achado, destacamos:

La Inquisición en España, Pe. Bernardino Llorca, S.J.

Diccionario de Patrística (sécs I a VI),  César Vidal Manzanares

Suma de Teología (Suma Teológica), Sto. Tomás de Aquino

Dictionnaire de Théologie Catolique, 15 vols.

Historia de la Liturgia, 2 vols., Mario Righetti

Outra dica, vide também: Livros Católicos para download

São Francisco, cinema e tv: salve o “poverello de Assis”!

Posted in Cinema, Cultura, Santidade, Televisão with tags , , , , , on 04/10/2012 by ehlsinore

“Il poverello”, o pobrezinho de Assis, como era e é conhecido, nascido João Francisco Bernardone, inspirou numerosos registros: são filmes famosos como “Francisco, menestrel de Deus”, de Roberto Rossellini (1950); a encenação televisiva “Francisco de Assis”, de Liliana Cavani (1966); o filme “Irmão sol, irmã lua”, de Franco Zeffirelli (1972), com trilha sonora composta por Riz Ortolani, interpretada por Claudio Baglioni e por Donovan na versão inglesa); o mais recente: “Francesco” de Michele Soavi (2002) e a minissérie de TV (duas versões) “Chiara e Francesco”, direção de Fabrizio Costa (2007). Grande sucesso, em 1981, também teve o musical “Forza, venite gente” [Força, vinde gente], de Michele Paulicelli.