Archive for the Educação Category

O que é FAMÍLIA? A Câmara dos Deputados em Brasília quer ouvir você. É fácil dar a sua opinião.

Posted in Cidadania, Dica, Direito, Direito à Vida, Direito Constitucional, Educação with tags , , , , on 05/06/2015 by ehlsinore
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Brasília, sexta-feira, 05 de junho de 2015

Enquetes ativas

Conceito de núcleo familiar no Estatuto da Família 7.395.134 votos
Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?(Clique aqui para saber mais)
Sim 50.24 %
Não 49.44 %
Não tenho opinião formada 0.32 %
* Dados parciais até a data 05/06/2015. Veja aqui o resultado atual.
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Campanha da Fraternidade 2015: EU VIM PARA SERVIR (“Fraternidade: Igreja e Sociedade”)

Posted in Cidadania, Dica, Direito, Educação, Identidade, Inclusão Social with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 15/02/2015 by ehlsinore

CF-2015

Mesa Redonda sobre CF 2015 no Rio de Janeiro

Mesa Redonda reúne o coordenador arquidiocesano de Pastoral, monsenhor Joel Portella Amado, e o advogado e membro da União dos Juristas Católicos e da Comunidade de Vida Cristã (CVX-Rio), Adriano José Vaz Netto para tratar da relação entre Igreja e a Sociedade e reconhecer as suas implicações no mundo atual.
O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. Inscrições pelo email: sculturaloyola@puc-rio.br. A Catedral está localizada na Avenida Chile, 245, no Centro. Mais detalhes: 3527-2011 ou 99479-1442 (clicar no cartaz para maiores detalhes).

Petição pela DEMOCRACIA DIRETA em Portugal

Posted in Dica, Direito, Direito Constitucional, Educação with tags , on 10/12/2012 by ehlsinore

http://www.causes.com/actions/1687241 via @causes

Democracia Direta em Portugal

Para conhecer um pouco mais a respeito do assunto e a respeito de algumas das experiências existentes no mundo contemporâneo clique na imagem.

Para conhecer outras propostas e experiências de democracia direta na atualidade: UM JEITO DIFERENTE DE FAZER POLÍTICA!

15 de outubro, “Dia do Professor” ou “Dia do Mestre”? Como foi definido este dia no Brasil?

Posted in Educação, espiritualidade, João Paulo II, Paulo VI, Pensamento Social, Senso Religioso with tags , , , , , , on 16/10/2012 by ehlsinore

Há quem diga:

Professor é profissão; mestre é vocação.
Professor ganha por aula; mestre ganha sonhos.
Professor tem horário; mestre não tem.
Professor lê livros; mestre desvenda universos.
Professor corrige prova; mestre aponta caminhos.
Professor dá aula; mestre constrói conhecimento.
Professor aponta para o futuro; mestre indica a vida.
(…).”

É comum fazer tais distinções, nas quais o professor constantemente é depreciado diante do mestre. Perdoe-me quem pensa assim, mas parece-me partir tais raciocínios do preconceito diante da atividade laboral. O trabalho, identificado e imaginado como algo manual, próprio de classes subalternas e subalterno em si, já o mestre, acima, a orientar e a inspirar como é próprio dos mestres.

Mestre” é palavra oriunda de magister, de onde provem tanto magistério como magistrado, e em cuja raiz acha-se majus (maius) denotando a ideia de maior, que se acha num plano acima, transmitindo uma imagem de verticalidade, de superioridade. Ora,algo bem distinto da modéstia a qual deve cercar a atividade do ensino, que também, e sempre, é aprendizagem, para quem ensina, sendo desenvolvidada em parceria com quem aprende.

Além do mais, mestre é um título, o qual, por isso mesmo, é concedido a alguém por quem detém a autoridade, seja o povo ou alguma instituição, resultado de reconhecimento, de uma caminhada. Reconhece-se que se destaca dos demais por sua capacidade, desempenho, habilidades, modo de ser ou de fazer, podendo ser apontado como exemplo no como vive o seu agir e interagir cotidiano.

Pois bem, não há encarnação mais plena do mestre que Jesus Cristo e o Seu sucesso neste caminho só foi aqui alcançado porque a todos serviu, se colocando como o mais modesto dos servos. Do mesmo jeito, cada um de nós, em nosso ofício e na vida apenas obteremos tal sucesso se nos assemelharmos total e integralmente a Ele, com o nosso jeito particular de ser, que nos foi plantado em nosso coração pelo Todo Poderoso.

Portanto, não há sentido em nos autoproclamarmos mestres sem que sobre tal festejar paire a sombra da soberbia. Que os outros digam assim, vá lá… Vai que estão a expressar um desejo, o desejo que seus professores se assemelhem mais e mais ao Mestre. Mas não nós!

Somos professores, isso sim. Este é o nosso ofício, o nosso trabalho! E o trabalho não é algo pra se envergonhar ou depreciar, pois o trabalho dignifica o homem. Não é este justamente o tema de uma das mais belas encíclicas do Santo Padre João Paulo II, a Laborem

Exercens?

No latim professus, “aquele que declarou em público”, advém do verbo profitare, “declarar publicamente, afirmar perante todos”;

Para acessar o texto completo da encíclica, em pdf, clicar em Ioannes Paulus II – Laborem Exercens.

formado por pro-, “à frente”, mais fateri, “reconhecer, confessar”. Trata-se de uma pessoa que se declara apta a fazer determinada coisa, e assim ganhar a vida com tal atividade. Daí “profissional”, “profissão”, termos provindos da mesma raiz que “professor“. Todavia, o costume acabou por reservar este último termo à atividade do ensinar.

Fazer bem o seu trabalho, e cada dia melhor, fazendo dele oportunidade de encontro e de vigor humano, fazendo-nos cada vez mais gente, abertos à vida em plenitude e ao serviço do Amor, permitindo e proporcionando o desabrochar de quem o Altíssimo lhe deu como responsabilidade. Como realização, o que mais pode querer o professor no seu ofício?

Esta é a inspiração que se buscou quando, no Brasil, foi escolhido o dia 15 de outubro como o dia do professor.

A escolha da data no Brasil (cada país define uma data diferente para essa comemoração) começou nos anos 30, quando diversas iniciativas foram tomadas por grupos de professores católicos, a exemplo da festa do “Nosso primeiro Mestre”, lançada pela Associação de Professores Católicos do Distrito Federal (então, no Rio de Janeiro) ou o “Dia da Mestra”, instituído também no Rio de Janeiro pelo Departamento de Ensino Primário.

Recair tal escolha da comemoração no 15 de outubro deve-se a ser tal dia consagrado a Santa Tereza de Jesus, também conhecida como Santa Teresa d’Ávila, por ter nascido em Ávila, um lugarejo da Espanha em 28 de março de 1515. Após ter fundado mosteiros por toda a Espanha e reformado o Carmelo, faleceu em 1582, no dia 4 de outubro. Ocorre que, naquele ano, coincidentemente, implantava-se a reforma gregoriana do calendário e, do ano, foram riscados alguns dias para fazer coincidi-lo com a duração do percurso do nosso planeta em torno do sol, transformando o dia 4 em 15 de outubro. Santa Teresa foi associada aos docentes por serem estes em sua maioria mulheres (e católicas). Tereza d’Ávila também era conhecida pela notável inteligência, a qual era comparada, em seu tempo, a dos doutores da Igreja, além de grande mística, autora de importantes livros de espiritualidade (num século, o XVI, no qual a maioria das mulheres não sabia ler ou escrever), sendo reconhecida  como “Padroeira dos Professores”. Mais tarde o Papa Paulo VI a proclamaria doutora da Igreja.

Maior repercussão, porém, só ocorre quando, em artigo publicado no “Jornal de São Paulo” (em 10 de outubro de 1946), o professor Alfredo Gomes (ex-presidente da Associação Paulista de Professores Secundários e da Sociedade Beneficente de Professores e Auxiliares de Administração e também diretor da União de Professores de Educação e Ensino e da Associação Paulista de Educação) lança a Campanha pela oficialização dessa data como “Dia do Professor” no Estado de São Paulo.

“A Campanha esclarecia que, além da associação religiosa, a data possuía riqueza histórica. Afinal pode-se dizer que neste dia foi instituído o ensino público no Brasil, por decreto Imperial de D. Pedro I, em 1827. O referido documento assinado pelo Imperador ordenava a

É do dia 15/X/1827 o decreto imperial assinado por D. Pedro I  tido como o ato que criou o Ensino Elementar no Brasil.

criação de escolas de “primeiras letras” (alfabetização) em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império.”

Um ano depois, 1947, surge a “Comissão Pró-Oficialização do Dia do Professor” e, em 13 de outubro de 1948, é assinada a Lei estadual nº 174 que define a data defendida como Dia do Professor no estado de São Paulo. A iniciativa paulista é replicada em outros estados e, assim, o 15 de outubro segue se estendendo pelo país como feriado escolar e uma nova luta se inicia, a do reconhecimento nacional da comemoração que culmina com a assinatura do decreto federal 52682 pelo então presidente João Goulart em 14 de outubro de 1963.

(Fontes sobre a escolha da data: http://www.contee.org.br/noticias/educacao/nedu15.asphttp://www.educacao.sp.gov.br; sobre outras datas comemorativas do dia do professor ao redor do mundo: Fête des professeurs e World Teachers’ Day). Ver também: Mensagem Dia do Professor.

Vote bem! Vote melhor! (CNBB – Regional Leste 1)

Posted in Educação, Eleições, Eleições Niterói 2012, Identidade, Pensamento Social, Senso Religioso with tags , , on 01/10/2012 by ehlsinore

A Arquidiocese de Niterói com apoio dos Bispos do Regional Leste 1, tem distribuído através das 75 paróquias de seu território espalhadas por mais de 14 municípios, o folheto informativo e exortativo: Vote bem! Vote melhor!

Mais um instrumento para reflexão nestas eleições:

Para refletir

Posted in Dica, Direito à Vida, Educação, espiritualidade with tags , on 08/08/2012 by ehlsinore

Imagem

Senado homenageia, dia 9, D. Eugênio por seus 90 anos

Posted in Educação, Homenagem, Inclusão Social with tags on 09/11/2010 by ehlsinore

O cardeal-arcebispo do Rio, D. Eugenio de Araujo Sales, em missa que antecedeu a entrega do Premio Sao Sebastiao, da arquidiocese, no Palacio S. Joaquim, na Gloria, zona sul do Rio de Janeiro (RJ). 03/XI/2000 - Foto: Antonio Gauderio/Folha Imagem.

(da matéria de Helena Daltro Pontual / Agência Senado e da Enciclopédia Viva)

O Senado homenageia, no período do expediente que antecede a sessão plenária desta terça-feira (9/XI/2010), às 14h, o cardeal Dom Eugênio Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro, pelos seus 90 anos de vida. O requerimento solicitando a homenagem é do senador João Faustino (PSDB-RN).

“Idealizador das comunidades eclesiais de base e da Campanha da Fraternidade, Dom Eugênio também ficou conhecido por ajudar perseguidos políticos durante o regime militar.

O senador João Faustino diz, no requerimento da homenagem, que o cardeal é uma das figuras mais proeminentes da Igreja Católica e ‘tem relevantes serviços prestados ao povo brasileiro’. O parlamentar destaca, entre as

Senador João Faustino (PSDB-RN)

atividades de Dom Eugênio, a criação do Movimento de Educação de Base e, com ele, as escolas radiofônicas; a criação dos primeiros sindicatos rurais; a defesa de refugiados políticos; a criação de centros de atendimentos a portadores de AIDS e a criação da pastoral carcerária.”

1920 – nasce na Fazenda Catuana, em Acari (RN), no dia 8 de novembro . De família muito católica, realizou seus primeiros estudos em Natal (RN), indo, posteriormente, para Fortaleza (CE), onde cursou filosofia e teologia.

1943 – ordenado sacerdote em  em Natal.

1954 – nomeado pelo papa Pio XII, é ordenado bispo aos 33 anos em 1º de junho e toma posse em  15 de agosto como bispo auxiliar de Natal. Entre as várias iniciativas à frente da diocese implanta o Serviço de Assistência Rural, as escolas radiofônicas e a Emissora de Educação Rural, lançando as bases para a educação de adultos no Nordeste e promovendo a sindicalização rural.

1962 – administrador apostólico da arquidiocese de Natal, iniciando na quaresma deste ano a Campanha da Fraternidade em âmbito local,  com a adesão de outras três dioceses do Rio Grande do Norte.

1963 – a Campanha da Fraternidade é reeditada e atinge 16 dioceses do Nordeste, sendo em dezembro assumida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e tornando-se nacional já no ano seguinte.

1964 – administrador apostólico da arquidiocese de Salvador.

1968 – arcebispo de Salvador e primaz do Brasil (isto é, arcebispo da diocese mais antiga do país), tendo se destacado, entre outras atividades, pela assistência às populações do Recôncavo Baiano.

 

Brasão cardinalício de Dom Eugênio, encimado pelo galero (chapéu eclesiástico) púrpura de trinta borlas, utilizado outrora pelos cardeais e caracterísitico de tais brasões. O lema ( “Impendam et Superimpendar”) é uma alusão à frase de São Paulo (2 Cor. 12, 15): Ego autem libentissime impendam et superimpendar ipse pro animabus vestris. Si plus vos diligo, minus diligar? (Quanto a mim, de bom grado despenderei, e me despenderei todo inteiro, em vosso favor. Será que, dedicando-vos mais amor, serei, por isto, menos amado?).

1969 – feito cardeal pelo papa Paulo VI.

1971 – arcebispo do Rio de Janeiro, função em que permaneceu até 2001, quando se aposentou. Desde então é arcebispo emérito. Neste período criou a Pastoral do Menor, a do Trabalhador e a da Terceira Idade, entre outras, e também o Instituto Pró-Família, a Casa do Padre (chamada “Cardeal Câmara”, que dá acolhimento a sacerdotes idosos e aposentados) , os centros de atendimento aos meninos de rua e os ambulatórios para portadores do vírus da Aids, prostitutas e mendigos.

1972 a 2001 – acumula a função de bispo dos fiéis de Rito Oriental do Brasil. e, no período, atua como membro de 11 congregações na Cúria Romana.

Atuou na defesa da ortodoxia católica, o que o levou a se opor à Teologia da Libertação de cunho marxista.  Entre 1976 e 1982, agiu na defesa de refugiados políticos não só do Brasil, mas também dos regimes militares latino-americanos, tendo montado, então, uma rede de apoio a esses refugiados, abrigando-os, primeiramente, na sede episcopal (Palácio São Joaquim) e depois em apartamentos alugados com essa finalidade. Contou com apoio da Cáritas brasileira e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados para financiar essa estadia, até conseguir asilo político a essas pessoas em países europeus.

Clique aqui para ler a entrevista concedida por Dom Eugênio Sales à Canção Nova em 2006, pouco antes da visita do Papa Bento XVI ao Brasil.

Veja mais em Missa pelos 90 anos.