Archive for the Inclusão Social Category

Campanha da Fraternidade 2015: EU VIM PARA SERVIR (“Fraternidade: Igreja e Sociedade”)

Posted in Cidadania, Dica, Direito, Educação, Identidade, Inclusão Social with tags , , , , , , , , , , , , , , , on 15/02/2015 by ehlsinore

CF-2015

Mesa Redonda sobre CF 2015 no Rio de Janeiro

Mesa Redonda reúne o coordenador arquidiocesano de Pastoral, monsenhor Joel Portella Amado, e o advogado e membro da União dos Juristas Católicos e da Comunidade de Vida Cristã (CVX-Rio), Adriano José Vaz Netto para tratar da relação entre Igreja e a Sociedade e reconhecer as suas implicações no mundo atual.
O evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. Inscrições pelo email: sculturaloyola@puc-rio.br. A Catedral está localizada na Avenida Chile, 245, no Centro. Mais detalhes: 3527-2011 ou 99479-1442 (clicar no cartaz para maiores detalhes).

1 Janeiro 2014: Dia Mundial da Paz – COMECEMOS POR NÓS MESMOS

Posted in espiritualidade, Francisco, Inclusão Social, Iniciativas pela Paz, Papado, Pensamentos / Frases / Máximas, Senso Religioso with tags , , on 01/01/2014 by ehlsinore

Madre Teresa e a Paz Mundial

“Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”

“O que acontece no coração da humanidade?”

O Papa Francisco nesta quarta feira (01jan2014), na missa de Ano Novo celebrada de manhã na Basílica de São Pedro, na presença do corpo diplomático junto a Santa Sé, falou de “fome e da sede de justiça e de paz” e, mais tarde, em seu primeiro Angelus do ano, clamou por mais solidariedade e menos violência no mundo, diante de uma multidão de fiéis reunidos na Praça de São Pedro. Em ambas as ocasiões o tom e o conteúdo era dado pela Mensagem de Ano Novo divulgada pelo Vaticano em dezembro de 2013.

2013-12-31 Rádio Vaticana

FRATERNIDADE, FUNDAMENTO E CAMINHO PARA A PAZ – é o tema do Dia Mundial da Paz 2014, que a Igreja promove e celebra a 1 de Janeiro. Na sua primeira Mensagem para esta ocasião (texto integral na secção Documentos), Papa Francisco começa por recordar que “no coração de cada homem e mulher habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar.”
“Na realidade (logo observa o Papa, alargando o horizonte, de modo inclusivo), a fraternidade é uma dimensão essencial do homem… 

E conclui: Cristo abraça todo o ser humano e deseja que ninguém se perca. «Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele». «O que for maior entre vós seja como o menor, e aquele que mandar, como aquele que serve – diz Jesus Cristo –. Eu estou no meio de vós como aquele que serve». Deste modo, cada atividade deve ser caracterizada por uma atitude de serviço às pessoas, incluindo as mais distantes e desconhecidas. O serviço é a alma da fraternidade que edifica a paz.

(Texto completo em MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A CELEBRAÇÃO DO XLVII DIA MUNDIAL DA PAZ)

SOBRE PROTESTOS E BOATOS

Posted in Cidadania, Corrupção, Cultura, Inclusão Social, Mobilidade Urbana, Movimento Social, Mudança Social, Unidade / Pluralidade with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 21/06/2013 by ehlsinore

Tenho visto e lido, amigos à direita e à esquerda, falarem de golpe, de algo maquiavélico por trás dos protestos populares destes últimos dias. Aliás, isso começou na direita e, agora, está num crescendo à esquerda. Acusações na maioria mútuas, a direita acusando a esquerda de golpe, a esquerda fazendo o mesmo em relação à direita. Todos esses discursos podem até manifestar, da parte de alguns, um desejo íntimo, mas da maioria é resultado do clima de boataria que ocorre quando não se tem respostas seguras, quando não se compreende adequadamente o que ocorre.

É a incerteza diante da novidade que irrompe diante de nossos olhos e debaixo de nossos narizes. O não se saber explicá-la porque se teima em usar o mesmo esquema interpretativo surrado e gasto que não dá conta mais da realidade. Novidade que já se manifestava durante algum tempo, e muitos queriam não perceber ou desacreditar, mas cuja erupção acabou por ocorrer nestes dias.

Para mim, visceralmente centro-esquerda e que não sigo a cartilha ideológica de grupo algum, sou o meu próprio cacique e de mais ninguém, democrata radical que aposta na inventividade popular e nas formas de democracia direta, é apaixonante vivenciar o que estamos a viver nestes dias. A História é sempre surpreendente, volta e meia resolve aprontar com quem imagina saber de tudo e deixa de prestar atenção aos acontecimentos, chacoalhando a realidade social.

Sobre os boatos, cumpre esclarecer: as Forças Armadas estão léguas de distância de desejar irem além de sua missão constitucional e intervir nos rumos da política nacional. Entre outras razões, estão escaldadas da vez derradeira que assim procederam e do ônus que têm de carregar como se o regime implantado em 1964 fosse uma ação exclusiva militar e não resultado de amplo espectro social. Mais um detalhe: golpe algum num país da dimensão e da importância do Brasil seria engendrado sem apoio externo.

Ora, o cenário internacional não favorece adoção de regimes ditatoriais. Este é um dado fundamental: a comunidade internacional, muito ao contrário, contestaria qualquer rumo tomado por nosso país nessa direção. Num mundo globalizado isso conta mais que ontem. Observem, não vemos nenhuma grande liderança política externando receio de golpe, pois sabe não há qualquer possibilidade nessa linha. Fala-se tanto em contexto, mas este importante dado é deixado por quem embarca na canoa furada golpista.

A respeito da dinâmica do presente movimento, para quem não sabe: o povo não tem dono! O protesto é resultado de uma insatisfação generalizada com os rumos do país, de um grito preso na garganta que vinha sendo balbuciado em face do desprezo escancarado das nossas elites políticas pelas necessidades de nosso país e pela realidade do povo.

Os vinte centavos foram o estopim, grupinho algum é dono do movimento, incluindo em São Paulo capital o MPL, sigla pela qual atende o Movimento Passe Livre. Da mesma forma que os vinte centavos foram o estopim, na pauliceia o povo pegou carona na convocação deles e os ultrapassou. O MPL só apareceu porque a nossa classe política acostumada aos velhos esquemas e chavões precisava de uma liderança como interlocutora. Na internet a convocação surge de anônimos e isso incomoda os iluminados vanguardistas da esquerda, atemorizam os ressabiados da direita e inquieta as elites governantes que não sabem lidar com a realidade que vem reiteradamente desprezando.

Tais elites governantes tentaram jogar água na fervura com uma muita bem orquestrada redução das tarifas. Para azar delas, num ato falho, tropeçaram nos seus próprios pés ao fazerem um discurso de criança que, tendo de ceder a todo o resto da garotada, insatisfeita com o jogo imposto pelo “dono” da bola, faz birra e lança ameaças de cortes de gastos em áreas básicas.

E então, é sempre no bolso de quem mais paga impostos é que tem de mexer? Nesses anos todos os donos das empresas de transporte ganharam muito além da inflação e, agora, como se os coitadinhos fossem amargar prejuízo têm de ser ressarcidos pelos cofres públicos? E o povo apanha duas vezes, pagando através dos impostos tal socorro e ao deixar de usar esse mesmo imposto nas áreas sociais das quais somos tão carentes? Tudo não passou, ao tentarem posar n foto de bonitinhos,  Srs. Haddad, Paes, Alckmin e demais governantes de uma desavergonhada atitude maquiadora de quem faz e fará uso da caixinha dessas empresas em suas campanhas políticas.

A indignação é contra todos os três poderes, em todos os níveis, incluindo o governo federal intimamente associado à maioria dos executivos municipais e estaduais mancomunados com tais empresas e que, numa política economicamente nada sustentável e irresponsável, atulhou as ruas de automóveis, sem projeto algum para longo prazo.

Portanto é também um movimento de indignação contra o descaso eleitoreiro do governo Dilma-Lula e então, vem o partido da Sra. PresidentE querer ser governo sem ter o ônus de ser governo e posar de oposição nas ruas encenando não ter qualquer relação alguma com os desgovernos do país? E também é contra os governos ditos da oposição, pois participam desse mesmo esquema estrutural corrupto que precisa ser quebrado.

Independente de boas intenções individuais e de acertos pontuais que se possa achar no varejo entre governantes e políticos, a questão é no atacado, é estrutural. Independente da clareza, consciência e coerência que cada um dos manifestantes possa ter (não se pode exigir numa multidão de centenas de milhares que todos exibam o mesmo nível), é um grito que precisava ser dado por quem, de fato, é o dono da bola, o povo.

É a indignação contra essas estruturas e hábitos perversos disseminados entre as nossas elites, seja quais forem as suas cores político-partidárias e ideológicas. O que tudo isso resultará, só os acontecimentos dirão, mas este é o momento do grito de indignação de todo um povo que mal estava conseguindo se fazer ouvir por quem deveria ser o seu representante.

Ontem houve quem dissesse não ser de partido e que, se sentindo perdido como estava, chegava a sentir falta de um partido com comitê central para dizer a ele o que fazer… É este o pior caminho, o de abdicar de nossa autonomia! Ouse ver os sinais do novo, as brumas leves da paixão que vem de dentro, escute, liberte o seu intelecto, arrisque a pensar por si próprio e comparar com liberdade e isenção, sem amarras.

Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão

Posted in Alteridade, Cristandade, Cultura, Diversidade, Estado e Igreja, Etnicidade, Identidade, Inclusão Social, Papado, Pensamento Social with tags , , , , , , , , , , on 03/01/2013 by ehlsinore
Santos, negros e católicos, o cristianismo abraça a todos, rompendo as barreiras do mundo, fazendo todos nós irmãos na mesma Fé, filhos do Deus Uno e Trino!  Na terra Igreja militante, sinal da Igreja triunfante no céu!

Santos, negros e católicos, o cristianismo abraça a todos, rompendo as barreiras do mundo, fazendo todos nós irmãos na mesma Fé, filhos do Deus Uno e Trino! Na terra Igreja militante, sinal da Igreja triunfante no céu! Dica da postagem e do portal “Apologistas Católicos” de Luíza Hernandez, grato.

1 – Em 13 de Janeiro de 1435, através da bula Sicut Dudum, o papa Eugénio IV mandou RESTITUIR À LIBERDADE os cativos das ilhas Canárias.

2- Em 7 de setembro de 1462, o papa Pio II (1458-1464) deu instruções aos bispos contra os tratamentos dos negros proveniente da Etiópia condenando o comércio de escravos como magnum scelus (grande crime)

3- Em 1537, o papa Paulo III (1534-1549), através da bula Sublimus Dei (23 de Maio) e da encíclica Veritas ipsa (9 de Junho), lembrava aos cristãos que os índios “das partes ocidentais, e os do meio-dia, e DEMAIS GENTES”, eram SERES LIVRES POR NATUREZA.

4- Em 1571 Tomás de Mercado, TEÓLOGO DE SEVILHA, declarava DESUMANA E ILÍCITA A TRAFICÂNCIA DE ESCRAVOS. Em sua Summa de TRATOS Y CONTRATOS, este autor afirmava não haver justificativa para negócio tão infame.

5- O papa Gregório XIV (1590-1591) publicou a CUM SICUTI (1591) condenando a escravidão.

6- O papa Urbano VIII (1623-1644), também se pronunciou contra a escravidão na COMMISSUM NOBIS (1639).

7- O papa Bento XIV (1740-1758) na Bula IMMENSA PASTORUM escreveu: “…recebemos certas notícias não sem gravíssima tristeza de nosso ânimo paterno, depois de tantos conselhos dados pelos mesmos Romanos Pontífices, nossos Predecessores, depois de Constituições publicadas prescrevendo que aos infiéis do melhor -modo possível dever-se-ia prestar trabalho, auxílio, amparo, não descarregar injúrias, não flagelos, não ligames, NÃO ESCRAVIDÃO, não morte violenta, sob gravíssimas penas e censuras
eclesiásticas…”

8- O papa Gregório XVI (1831-1846) ao publicar a bula IN SUPREMO (1839) condenou a escravidão da seguinte forma: “Admoestamos os fiéis para que se abstenham do desumano tráfico dos negros ou de quaisquer outros homens que sejam…”

9- Em 1888, o Papa Leão XIII, na encíclica IN PLURIMIS, dirigida aos bispos do Brasil, pediu-lhes apoio ao Imperador (Dom Pedro II) e a sua filha (Princesa Isabel), na luta que estavam a travar pela abolição definitiva da escravidão.

Detalhe: Houve três papas africanos que vieram de uma região do norte da África, onde os povos eram predominantemente negros. Embora não haja nenhum retrato autêntico destes papas, há desenhos e referências na Enciclopédia Católica a respeito de serem africanos. Os nomes dos três papas africanos são Vencedor ou Victor, Gelasius , e Melquiades ou Miltiades.

Para citar:


VIANA, Marina. Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão. Disponível em: < http://www.apologistascatolicos.com/index.php/magisterio/documentos-eclesiasticos/decretos-e-bulas/506-documentos-oficiais-da-igreja-contra-a-escravidao>. Desde 27/03/2012

Senado homenageia, dia 9, D. Eugênio por seus 90 anos

Posted in Educação, Homenagem, Inclusão Social with tags on 09/11/2010 by ehlsinore

O cardeal-arcebispo do Rio, D. Eugenio de Araujo Sales, em missa que antecedeu a entrega do Premio Sao Sebastiao, da arquidiocese, no Palacio S. Joaquim, na Gloria, zona sul do Rio de Janeiro (RJ). 03/XI/2000 - Foto: Antonio Gauderio/Folha Imagem.

(da matéria de Helena Daltro Pontual / Agência Senado e da Enciclopédia Viva)

O Senado homenageia, no período do expediente que antecede a sessão plenária desta terça-feira (9/XI/2010), às 14h, o cardeal Dom Eugênio Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro, pelos seus 90 anos de vida. O requerimento solicitando a homenagem é do senador João Faustino (PSDB-RN).

“Idealizador das comunidades eclesiais de base e da Campanha da Fraternidade, Dom Eugênio também ficou conhecido por ajudar perseguidos políticos durante o regime militar.

O senador João Faustino diz, no requerimento da homenagem, que o cardeal é uma das figuras mais proeminentes da Igreja Católica e ‘tem relevantes serviços prestados ao povo brasileiro’. O parlamentar destaca, entre as

Senador João Faustino (PSDB-RN)

atividades de Dom Eugênio, a criação do Movimento de Educação de Base e, com ele, as escolas radiofônicas; a criação dos primeiros sindicatos rurais; a defesa de refugiados políticos; a criação de centros de atendimentos a portadores de AIDS e a criação da pastoral carcerária.”

1920 – nasce na Fazenda Catuana, em Acari (RN), no dia 8 de novembro . De família muito católica, realizou seus primeiros estudos em Natal (RN), indo, posteriormente, para Fortaleza (CE), onde cursou filosofia e teologia.

1943 – ordenado sacerdote em  em Natal.

1954 – nomeado pelo papa Pio XII, é ordenado bispo aos 33 anos em 1º de junho e toma posse em  15 de agosto como bispo auxiliar de Natal. Entre as várias iniciativas à frente da diocese implanta o Serviço de Assistência Rural, as escolas radiofônicas e a Emissora de Educação Rural, lançando as bases para a educação de adultos no Nordeste e promovendo a sindicalização rural.

1962 – administrador apostólico da arquidiocese de Natal, iniciando na quaresma deste ano a Campanha da Fraternidade em âmbito local,  com a adesão de outras três dioceses do Rio Grande do Norte.

1963 – a Campanha da Fraternidade é reeditada e atinge 16 dioceses do Nordeste, sendo em dezembro assumida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e tornando-se nacional já no ano seguinte.

1964 – administrador apostólico da arquidiocese de Salvador.

1968 – arcebispo de Salvador e primaz do Brasil (isto é, arcebispo da diocese mais antiga do país), tendo se destacado, entre outras atividades, pela assistência às populações do Recôncavo Baiano.

 

Brasão cardinalício de Dom Eugênio, encimado pelo galero (chapéu eclesiástico) púrpura de trinta borlas, utilizado outrora pelos cardeais e caracterísitico de tais brasões. O lema ( “Impendam et Superimpendar”) é uma alusão à frase de São Paulo (2 Cor. 12, 15): Ego autem libentissime impendam et superimpendar ipse pro animabus vestris. Si plus vos diligo, minus diligar? (Quanto a mim, de bom grado despenderei, e me despenderei todo inteiro, em vosso favor. Será que, dedicando-vos mais amor, serei, por isto, menos amado?).

1969 – feito cardeal pelo papa Paulo VI.

1971 – arcebispo do Rio de Janeiro, função em que permaneceu até 2001, quando se aposentou. Desde então é arcebispo emérito. Neste período criou a Pastoral do Menor, a do Trabalhador e a da Terceira Idade, entre outras, e também o Instituto Pró-Família, a Casa do Padre (chamada “Cardeal Câmara”, que dá acolhimento a sacerdotes idosos e aposentados) , os centros de atendimento aos meninos de rua e os ambulatórios para portadores do vírus da Aids, prostitutas e mendigos.

1972 a 2001 – acumula a função de bispo dos fiéis de Rito Oriental do Brasil. e, no período, atua como membro de 11 congregações na Cúria Romana.

Atuou na defesa da ortodoxia católica, o que o levou a se opor à Teologia da Libertação de cunho marxista.  Entre 1976 e 1982, agiu na defesa de refugiados políticos não só do Brasil, mas também dos regimes militares latino-americanos, tendo montado, então, uma rede de apoio a esses refugiados, abrigando-os, primeiramente, na sede episcopal (Palácio São Joaquim) e depois em apartamentos alugados com essa finalidade. Contou com apoio da Cáritas brasileira e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados para financiar essa estadia, até conseguir asilo político a essas pessoas em países europeus.

Clique aqui para ler a entrevista concedida por Dom Eugênio Sales à Canção Nova em 2006, pouco antes da visita do Papa Bento XVI ao Brasil.

Veja mais em Missa pelos 90 anos.

 

A atualidade de Chesterton em duas palestras no Rio de Janeiro

Posted in Cultura, Educação, espiritualidade, Evento, Inclusão Social, Pensamento Social, Senso Religioso with tags , , , , , on 02/11/2010 by ehlsinore

O Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP), em parceria com o G. K. Chesterton Institute for Faith & Culture da Seton Hall University, promoverá essa semana duas conferência sobre o escritor inglês G. K. Chesterton (1874-1936), ministradas pelos professores Pe. Ian Boyd C.S.B. e Dermot Quinn.

No dia 5 de novembro de 2010 (sexta-feira) às 19h30min a palestra ‘Santo Tomás de Aquino, G. K. Chesterton e o Pensamento Social Distributista’, no Instituto Filosófico e Teológico do Seminário São José de Niterói, na Rua Dr. Genserico Ribeiro, nº 59, São Lourenço, Niterói, RJ.

No dia 6 de novembro de 2010 (sábado) às 09h30min a palestra ‘G. K. Chesterton e O que há de Errado com o Mundo?’, no Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, na Rua Dom Gerardo, nº 42, Centro, Rio de Janeiro, RJ.

Blog “Voto Católico”: Fé e Política comprometidos com o Bem Comum

Posted in Dica, Direito, Direito à Vida, Direito Constitucional, Eleições, Eleições Brasil 2010, Estado e Igreja, Inclusão Social, Liberdade Religiosa on 30/09/2010 by ehlsinore

Uma realidade que se transforma de dentro:

Posted in Ação Solidária, Cultura, Dica, Educação, Inclusão Social on 22/01/2010 by ehlsinore

CAMINHANDO JUNTOS

Ladeira dos Tabajaras, Morro dos Cabritos, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

(Associazione Volontari per il Servizio Internazionale / Associação de Voluntários para o Serviço Internacional)

O Haiti e a experiência de vida cristã

Posted in Ação Solidária, Bento XVI, espiritualidade, Globalização, Inclusão Social, Iniciativas pela Paz, Senso Religioso on 19/01/2010 by ehlsinore
O aspecto espiritual do sofrimento no Haiti
A tragédia pode conduzir a uma maior fé em Deus

Carl Anderson*

NEW HAVEN, EUA, 19/jan/2010 (ZENIT.org). – Nos últimos dias, todos nós estivemos horrorizados pelas cenas de morte e destruição no Haiti. Milhões de nós buscam formas de aliviar o sofrimento do povo haitiano. (…)

Nos EUA, uma das “explicações” mais controversas veio de um pastor protestante, que sustenta que o Haiti teria sido “amaldiçoado” no momento em que seus fundadores teriam “firmado um pacto com o demônio” para obter a independência da França. Tais comentários, como se pode imaginar, suscitaram uma enorme controvérsia.

No Antigo Testamento há muitos relatos de nações punidas por Deus por pecados como a idolatria e a injustiça, e alguns cristãos continuam a recorrer a estas histórias para explicar eventos mundiais.

Os católicos de hoje, porém, olham numa direção diferente quando buscam compreender como Deus lida com nossa condição de pecadores. Seu olhar não precisa ir além do crucifixo sobre o altar de suas igrejas. Deus ligou-se livre e amavelmente ao sofrimento humano com o sacrifício de Seu Filho na cruz.

Estes evangélicos que citam com tanta freqüência João 3:16 deveriam também lembrar do que diz o versículo seguinte: “Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele”.

A tragédia no Haiti deixará, provavelmente, efeitos de longo prazo, não apenas para aqueles que perderam seus entes queridos, mas para toda uma geração que testemunhou tamanha destruição. É importante que compreendamos o significado profundo do que ocorreu no Haiti.

Muitos informes têm comparado os eventos no Haiti à recente devastação provocada pelo furacão Katrina nos EUA, ou com o terremoto ocorrido na Cidade do México em 1985. Mas a tragédia do Haiti tem probabilidade de provocar um impacto psicológico de longo prazo, tal qual o terremoto ocorrido em Lisboa em 1775. Este último foi seguido de um tsunami e de um grande incêndio que se alastrou por toda a cidade, matando um milhão de pessoas.

A catástrofe ocorrida em Lisboa mudou a forma de pensar de muitos intelectuais influentes do século 18, incluindo Voltaire, Kant e Descartes. O terremoto ocorreu durante a Festa de Todos os Santos num país de maioria católica, o que fez com que muitos cristãos europeus colocassem em dúvida sua própria fé em Deus.

Nos próximos dias, é possível que sejamos testemunhas de um processo similar. Por isso, o Haiti representa hoje um teste para nossa fé e nosso comprometimento com nossos irmãos.

Pensando no Haiti ao longo dessa semana, não pude deixar também de pensar na obra do padre Damião de Molokai, “o apóstolo dos leprosos”, recentemente canonizado por Bento XVI. Há muitos anos, tive a oportunidade de visitar Molokai, no Havaí, e enquanto visitava a paróquia, vi a fotografia de uma anciã tirada nos anos 30. Havia perdido as orelhas, o nariz, os dedos dos pés e das mãos com a lepra. Estava também cega. Mesmo assim, todos os dias, recitava o rosário segurando-o entre os dentes.

Não muito tempo depois, eu falava com um sacerdote missionário que havia aberto um abrigo para doentes de lepra. Todos os dias, enquanto celebrava a missa, um ancião, também cego devido à doença, dizia durante a oração dos fiéis: “Deus Pai, te agardeço por todas as coisas boas que me concedeu”.

(…) a melhor resposta (…) vem daqueles cujo sofrimento vai além do que somos capazes de imaginar, e ainda assim, são capazes de viver a realidade de que Deus uniu-se a eles em seu sofrimento.

Na homilia pronunciada na missa de canonização de padre Damião, o Papa disse que “Jesus convida seus discípulos a doarem totalmente suas vidas, sem ponderações ou ganhos pessoais, com confiança irrestrita em Deus. Os santos atendem a esse chamado, e se colocam com doce humildade, a seguir Jesus crucificado e assunto aos céus”.

“Sua perfeição, numa lógica de fé que às vezes pode parecer incompreensível, consiste em não colocar mais a si mesmos no centro, mas em optar por andar contra a correnteza, vivendo segundo o Evangelho”.

Esta é a chave para compreender os eventos de Molokai e do Haiti. E será esta a medida de nossa resposta como cristãos.

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*Carl Anderson é escritor e cavaleiro supremo da Ordem dos Cavaleiros de Colombo, grifos meus.

Para ajudar o Haiti (ongs que já atuavam e atuam no país, testemunho direto e notícias do que ocorre): http://www.avsi.org/ (em português: http://www.avsibahia.org.br)

http://www.cesal.org/

http://www.msf.org.br/haiti/

Em pdf, mais um instrumento para compreender e ajudar: HaitiBR

19/11 (qui.), dia da Bandeira, na UFF também é dia do FALA FAVELA

Posted in Alteridade, Cultura, Dica, Diversidade, Educação, Identidade, Inclusão Social on 15/11/2009 by ehlsinore
A diversidade da cultura popular niteroiense e carioca se apresenta na Universidade Federal Fluminense (UFF).

O I Festival Cultural "Fala Favela" é resultado do projeto de extensão universitária da UFF "Curso de Formação de Agentes Culturais Populares".