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#REDE DE SUSTENTABILIDADE nasce transformar o sistema político brasileiro.

Posted in Eleições, Pensamento Social, Sustentabilidade e Meio Ambiente, Unidade / Pluralidade with tags , on 24/02/2013 by ehlsinore

Conheça as inovações da #REDE DE SUSTENTABILIDADE, o novo partido lançado pela ex-ministra Marina Silva.

REDE lançamento em Brasília

A #rede nasceu para defender a sustentabilidade e transformar o sistema político brasileiro.

Seu estatuto favorece a transparência, a diversidade de pensamento e os processos democráticos internos.

Conheça as inovações que distinguem a #rede de todos os outros partidos hoje existentes.

Prazo de validade – No prazo de dez anos após o registro na Justiça Eleitoral, será realizada uma consulta a todos os filiados eREDE de Sustentabilidade, partido integrantes da #rede a respeito da continuidade da existência do partido.

Mais democracia – A consulta direta, por meio de plebiscito ou referendo, será o instrumento principal de governança da #rede.

Controle externo – A #rede estará sempre ao lado dos núcleos vivos da sociedade. Para isso, receberá críticas e sugestões do Conselho Político Cidadão Nacional, que será composto por militantes de movimentos sociais, representantes de povos indígenas, cientistas e integrantes de instituições de pesquisa.

Renovação – Os parlamentares da #rede poderão ser reeleitos apenas uma vez para o mesmo cargo. Por meio de plebiscito interno poderão ser abertas exceções a essa regra.

Movimentos sociais – Até 30% do total de vagas nas eleições proporcionais serão oferecidas para candidaturas independentes de cidadãos não filiados à #rede, que representam movimentos e causas relevantes para a sociedade.

Muitos doando pouco – O mandato não é do doador, mas do povo. Será estabelecido um teto para doações de pessoas físicas e jurídicas. Não serão aceitas doações de fabricantes de bebidas alcoólicas, armas, cigarro e agrotóxicos.

rede_sustentabilidade_500Transparência – Todos os gastos e todas as doações serão divulgados na internet em tempo real, para o acompanhamento do eleitor.

Ouvidoria cidadã – Serão criadas ouvidorias para manter a #rede sintonizada com as aspirações dos filiados e dos setores sociais que pretende representar. Sempre que necessário, as ouvidorias farão audiências públicas sobre o projeto político da #rede.

Cláusulas Pétreas – Os princípios da pluralidade política, da justiça social, do respeito ao meio ambiente, da defesa das minorias, da função social da terra, da função social da propriedade, da solidariedade, de um partido laico fundado na plena liberdade religiosa e da transparência na gestão pública estão entre as cláusulas pétreas do estatuto, que só podem ser alteradas por quórum qualificado de 2/3 dos filiados.

Cotas – Regimento interno disciplinará a exigência de cotas para negros, ciganos e índios.

http://www.facebook.com/groups/redesustentabilidade1/

REDE vai limpar esse país

Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão

Posted in Alteridade, Cristandade, Cultura, Diversidade, Estado e Igreja, Etnicidade, Identidade, Inclusão Social, Papado, Pensamento Social with tags , , , , , , , , , , on 03/01/2013 by ehlsinore
Santos, negros e católicos, o cristianismo abraça a todos, rompendo as barreiras do mundo, fazendo todos nós irmãos na mesma Fé, filhos do Deus Uno e Trino!  Na terra Igreja militante, sinal da Igreja triunfante no céu!

Santos, negros e católicos, o cristianismo abraça a todos, rompendo as barreiras do mundo, fazendo todos nós irmãos na mesma Fé, filhos do Deus Uno e Trino! Na terra Igreja militante, sinal da Igreja triunfante no céu! Dica da postagem e do portal “Apologistas Católicos” de Luíza Hernandez, grato.

1 – Em 13 de Janeiro de 1435, através da bula Sicut Dudum, o papa Eugénio IV mandou RESTITUIR À LIBERDADE os cativos das ilhas Canárias.

2- Em 7 de setembro de 1462, o papa Pio II (1458-1464) deu instruções aos bispos contra os tratamentos dos negros proveniente da Etiópia condenando o comércio de escravos como magnum scelus (grande crime)

3- Em 1537, o papa Paulo III (1534-1549), através da bula Sublimus Dei (23 de Maio) e da encíclica Veritas ipsa (9 de Junho), lembrava aos cristãos que os índios “das partes ocidentais, e os do meio-dia, e DEMAIS GENTES”, eram SERES LIVRES POR NATUREZA.

4- Em 1571 Tomás de Mercado, TEÓLOGO DE SEVILHA, declarava DESUMANA E ILÍCITA A TRAFICÂNCIA DE ESCRAVOS. Em sua Summa de TRATOS Y CONTRATOS, este autor afirmava não haver justificativa para negócio tão infame.

5- O papa Gregório XIV (1590-1591) publicou a CUM SICUTI (1591) condenando a escravidão.

6- O papa Urbano VIII (1623-1644), também se pronunciou contra a escravidão na COMMISSUM NOBIS (1639).

7- O papa Bento XIV (1740-1758) na Bula IMMENSA PASTORUM escreveu: “…recebemos certas notícias não sem gravíssima tristeza de nosso ânimo paterno, depois de tantos conselhos dados pelos mesmos Romanos Pontífices, nossos Predecessores, depois de Constituições publicadas prescrevendo que aos infiéis do melhor -modo possível dever-se-ia prestar trabalho, auxílio, amparo, não descarregar injúrias, não flagelos, não ligames, NÃO ESCRAVIDÃO, não morte violenta, sob gravíssimas penas e censuras
eclesiásticas…”

8- O papa Gregório XVI (1831-1846) ao publicar a bula IN SUPREMO (1839) condenou a escravidão da seguinte forma: “Admoestamos os fiéis para que se abstenham do desumano tráfico dos negros ou de quaisquer outros homens que sejam…”

9- Em 1888, o Papa Leão XIII, na encíclica IN PLURIMIS, dirigida aos bispos do Brasil, pediu-lhes apoio ao Imperador (Dom Pedro II) e a sua filha (Princesa Isabel), na luta que estavam a travar pela abolição definitiva da escravidão.

Detalhe: Houve três papas africanos que vieram de uma região do norte da África, onde os povos eram predominantemente negros. Embora não haja nenhum retrato autêntico destes papas, há desenhos e referências na Enciclopédia Católica a respeito de serem africanos. Os nomes dos três papas africanos são Vencedor ou Victor, Gelasius , e Melquiades ou Miltiades.

Para citar:


VIANA, Marina. Documentos Oficiais da Igreja contra a escravidão. Disponível em: < http://www.apologistascatolicos.com/index.php/magisterio/documentos-eclesiasticos/decretos-e-bulas/506-documentos-oficiais-da-igreja-contra-a-escravidao>. Desde 27/03/2012

2013 – Ano Internacional da Cooperação pela Água

Posted in Ação Solidária, Bento XVI, Direito, Direito à Vida, Papado, Pensamento Social, Sustentabilidade e Meio Ambiente with tags , , , , , , on 29/12/2012 by ehlsinore

2013logo_portugese

2013 é o Ano Internacional da Cooperação pela Água, de acordo com a proclamação feita pela Organização as Nações Unidas – ONU. “A água pode ser usada como um estímulo para o crescimento da cooperação internacional e para a paz”, explica o sítio do Fórum Mundial da Água realizado em Marselha, no sul da França.

O Fórum Mundial é organizado a cada três anos pelo Conselho Mundial da Água, e este acontecido em Marselha, de 12 a 17 de março de 2012, foi a sua sexta edição. Nele estiveram presentes mais de 20 mil pessoas de 140 países, entre líderes políticos, representantes de governos, ONGs, profissionais e cientistas ligados ao tema.

A delegação da Santa Sé ao VI Fórum Mundial da Água em Marselha foi constituída por membros do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz que defenderam como princípios as ideias da “água como elemento essencial para a vida”, e de não ser “uma simples mercadoria”, mas um bem destinado a todos.

Na terça-feira, dia 13, durante a Conferência, foi apresentado o documento do Pontifício Conselho da Justiça e da PazÁgua, elemento essencial para a vida. Definição de soluções eficazes”.

Bento XVI e o VI Forum Mundial da Agua

(Reuters) Após a oração do Ângelus no domingo, 18mar2012, o Papa Bento XVI recordou que na véspera (sábado, 17) fora concluído em Marselha, na França, o 6º Fórum Mundial da Água e concluiu: “Espero que estas iniciativas contribuam para garantir para todos um acesso equitativo, seguro e adequado à água, promovendo assim os direitos à vida e à nutrição de cada ser humano e um uso responsável e solidário dos bens da terra, a benefício das gerações presentes e futuras” .

No documento são pedidas ações urgentes da comunidade internacional para assegurar o acesso à água ressaltando não ser ela um bem meramente mercantil, mas público. “É compreensível que atores privados tendam a desenvolver atividades rentáveis, mas não devem esquecer que a água tem um valor social indispensável para o desenvolvimento integral dos povos e para a paz”, diz ainda o texto.

Lembrando que neste momento histórico bilhões de pessoas estão sem água em quantidade ou qualidade suficientes para uma vida digna, segura e confortável, a Santa Sé afirma que são necessárias mais do que “declarações de intenções”.

O documento do Vaticano divide-se em três partes: 1) breve histórico sobre a formulação e o reconhecimento do direito à água potável por parte da comunidade internacional; 2) análise sobre a situação atual no que diz respeito ao acesso à água potável, ao saneamento básico e as principais dificuldades para a promoção de tal direito; 3) propstas de algumas soluções, correlacionadas com tais recursos, para os desafios anteriormente mencionados.

Insiste o documento para neste momento histórico existirem bilhões de pessoas sem água em quantidade ou qualidade suficientes para uma vida digna, segura e confortável, sendo necessárias mais do que “declarações de intenções”.

Ao final da conferência foi assinado um documento com 15 pontos fundamentais para uma melhor gestão da água. Entre as propostas estão a prioridade a políticas públicas de recursos hídricos, investimentos em saneamento básico e tratamento da água residual, cooperação entre países que compartilhem de um mesmo recurso hídrico e promoção de desenvolvimento agrícola, industrial e urbano sob a ótica da preservação da água.

Datas

1992 – É criado na Conferência da ONU sobre o Ambiente e o Desenvolvimento de, no Rio de Janeiro, o 22 de março como Dia Mundial da Água.

12 a 17 de março de 2012 – VIº Fórum Mundial da Água (Marselha, França).

18 de dezembro de 2012 – Blanca Jiménez-Cisneros, diretora da Divisão de Ciências da Água da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e secretária do Programa Hidrológico Internacional, lança a campanha brasileira para o Dia Internacional das Nações Unidas da Cooperação pela Água 2013. A Organização é a agência da ONU responsável pela coordenação do Ano.

22 de março de 2013 – Dia Mundial da Água.

2015 – VIIº Fórum Mundial da Água (Seul, Coreia do Sul).

2018 – VIIIº Fórum Mundial da Água (o Brasil é candidato a sediar o evento).

Dados

A Terra é constituída por 70% de água, mas apenas cerca de 2% do recurso está disponível para consumo, o que seria suficiente para abastecer todo o planeta não fossem os entraves da poluição, da desvalorização e da falta de conscientização, os quais impedem a água potável existente de chegar a todas as partes do planeta.

Existem hoje no planeta mais pessoas com celulares do que com acesso à água (senador Sérgio Souza, PMDB-PR, presidente da Subcomissão Permanente da Água do Senado Federal e participante da Comitiva do Senado brasileiro ao 6º Fórum Mundial da Água).

Cerca de 11% da população mundial ainda não possui acesso à água potável* e mais de 15% continua vivendo sem redes de esgoto.

50% da população mundial têm acesso à água de maneira subsidiada e os outros 50% pagam caro por ela.

O Brasil possui 12% da água doce do planeta, sendo 75% das reservas na Amazônia.

* Segundo o Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, tal número está “subestimados”, porque o direito à água deve se basear no acesso regular e constante à água potável. Nesta perspectiva, os números da sede elevam-se,  constatando-se que 1,9 bilhões de pessoas acessam somente água insalubre e 3,4 bilhões utilizam ocasionalmente água de qualidade insegura. E o acesso à água potável não está definitivamente garantido a cerca de metade da população mundial.

Consumo-de-Agua

Fontes:

REPRESENTAÇÃO DA UNESCO NO BRASIL

Sérgio Souza relata participação no Fórum Mundial da Água

Paim debate uso da água…

Santa Sé reafirma valor social da água em Fórum Mundial

Bento XVI pede que iniciativas contribuam para acesso à água

2013 será o Ano Internacional da Cooperação pela Água

15 de outubro, “Dia do Professor” ou “Dia do Mestre”? Como foi definido este dia no Brasil?

Posted in Educação, espiritualidade, João Paulo II, Paulo VI, Pensamento Social, Senso Religioso with tags , , , , , , on 16/10/2012 by ehlsinore

Há quem diga:

Professor é profissão; mestre é vocação.
Professor ganha por aula; mestre ganha sonhos.
Professor tem horário; mestre não tem.
Professor lê livros; mestre desvenda universos.
Professor corrige prova; mestre aponta caminhos.
Professor dá aula; mestre constrói conhecimento.
Professor aponta para o futuro; mestre indica a vida.
(…).”

É comum fazer tais distinções, nas quais o professor constantemente é depreciado diante do mestre. Perdoe-me quem pensa assim, mas parece-me partir tais raciocínios do preconceito diante da atividade laboral. O trabalho, identificado e imaginado como algo manual, próprio de classes subalternas e subalterno em si, já o mestre, acima, a orientar e a inspirar como é próprio dos mestres.

Mestre” é palavra oriunda de magister, de onde provem tanto magistério como magistrado, e em cuja raiz acha-se majus (maius) denotando a ideia de maior, que se acha num plano acima, transmitindo uma imagem de verticalidade, de superioridade. Ora,algo bem distinto da modéstia a qual deve cercar a atividade do ensino, que também, e sempre, é aprendizagem, para quem ensina, sendo desenvolvidada em parceria com quem aprende.

Além do mais, mestre é um título, o qual, por isso mesmo, é concedido a alguém por quem detém a autoridade, seja o povo ou alguma instituição, resultado de reconhecimento, de uma caminhada. Reconhece-se que se destaca dos demais por sua capacidade, desempenho, habilidades, modo de ser ou de fazer, podendo ser apontado como exemplo no como vive o seu agir e interagir cotidiano.

Pois bem, não há encarnação mais plena do mestre que Jesus Cristo e o Seu sucesso neste caminho só foi aqui alcançado porque a todos serviu, se colocando como o mais modesto dos servos. Do mesmo jeito, cada um de nós, em nosso ofício e na vida apenas obteremos tal sucesso se nos assemelharmos total e integralmente a Ele, com o nosso jeito particular de ser, que nos foi plantado em nosso coração pelo Todo Poderoso.

Portanto, não há sentido em nos autoproclamarmos mestres sem que sobre tal festejar paire a sombra da soberbia. Que os outros digam assim, vá lá… Vai que estão a expressar um desejo, o desejo que seus professores se assemelhem mais e mais ao Mestre. Mas não nós!

Somos professores, isso sim. Este é o nosso ofício, o nosso trabalho! E o trabalho não é algo pra se envergonhar ou depreciar, pois o trabalho dignifica o homem. Não é este justamente o tema de uma das mais belas encíclicas do Santo Padre João Paulo II, a Laborem

Exercens?

No latim professus, “aquele que declarou em público”, advém do verbo profitare, “declarar publicamente, afirmar perante todos”;

Para acessar o texto completo da encíclica, em pdf, clicar em Ioannes Paulus II – Laborem Exercens.

formado por pro-, “à frente”, mais fateri, “reconhecer, confessar”. Trata-se de uma pessoa que se declara apta a fazer determinada coisa, e assim ganhar a vida com tal atividade. Daí “profissional”, “profissão”, termos provindos da mesma raiz que “professor“. Todavia, o costume acabou por reservar este último termo à atividade do ensinar.

Fazer bem o seu trabalho, e cada dia melhor, fazendo dele oportunidade de encontro e de vigor humano, fazendo-nos cada vez mais gente, abertos à vida em plenitude e ao serviço do Amor, permitindo e proporcionando o desabrochar de quem o Altíssimo lhe deu como responsabilidade. Como realização, o que mais pode querer o professor no seu ofício?

Esta é a inspiração que se buscou quando, no Brasil, foi escolhido o dia 15 de outubro como o dia do professor.

A escolha da data no Brasil (cada país define uma data diferente para essa comemoração) começou nos anos 30, quando diversas iniciativas foram tomadas por grupos de professores católicos, a exemplo da festa do “Nosso primeiro Mestre”, lançada pela Associação de Professores Católicos do Distrito Federal (então, no Rio de Janeiro) ou o “Dia da Mestra”, instituído também no Rio de Janeiro pelo Departamento de Ensino Primário.

Recair tal escolha da comemoração no 15 de outubro deve-se a ser tal dia consagrado a Santa Tereza de Jesus, também conhecida como Santa Teresa d’Ávila, por ter nascido em Ávila, um lugarejo da Espanha em 28 de março de 1515. Após ter fundado mosteiros por toda a Espanha e reformado o Carmelo, faleceu em 1582, no dia 4 de outubro. Ocorre que, naquele ano, coincidentemente, implantava-se a reforma gregoriana do calendário e, do ano, foram riscados alguns dias para fazer coincidi-lo com a duração do percurso do nosso planeta em torno do sol, transformando o dia 4 em 15 de outubro. Santa Teresa foi associada aos docentes por serem estes em sua maioria mulheres (e católicas). Tereza d’Ávila também era conhecida pela notável inteligência, a qual era comparada, em seu tempo, a dos doutores da Igreja, além de grande mística, autora de importantes livros de espiritualidade (num século, o XVI, no qual a maioria das mulheres não sabia ler ou escrever), sendo reconhecida  como “Padroeira dos Professores”. Mais tarde o Papa Paulo VI a proclamaria doutora da Igreja.

Maior repercussão, porém, só ocorre quando, em artigo publicado no “Jornal de São Paulo” (em 10 de outubro de 1946), o professor Alfredo Gomes (ex-presidente da Associação Paulista de Professores Secundários e da Sociedade Beneficente de Professores e Auxiliares de Administração e também diretor da União de Professores de Educação e Ensino e da Associação Paulista de Educação) lança a Campanha pela oficialização dessa data como “Dia do Professor” no Estado de São Paulo.

“A Campanha esclarecia que, além da associação religiosa, a data possuía riqueza histórica. Afinal pode-se dizer que neste dia foi instituído o ensino público no Brasil, por decreto Imperial de D. Pedro I, em 1827. O referido documento assinado pelo Imperador ordenava a

É do dia 15/X/1827 o decreto imperial assinado por D. Pedro I  tido como o ato que criou o Ensino Elementar no Brasil.

criação de escolas de “primeiras letras” (alfabetização) em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos do Império.”

Um ano depois, 1947, surge a “Comissão Pró-Oficialização do Dia do Professor” e, em 13 de outubro de 1948, é assinada a Lei estadual nº 174 que define a data defendida como Dia do Professor no estado de São Paulo. A iniciativa paulista é replicada em outros estados e, assim, o 15 de outubro segue se estendendo pelo país como feriado escolar e uma nova luta se inicia, a do reconhecimento nacional da comemoração que culmina com a assinatura do decreto federal 52682 pelo então presidente João Goulart em 14 de outubro de 1963.

(Fontes sobre a escolha da data: http://www.contee.org.br/noticias/educacao/nedu15.asphttp://www.educacao.sp.gov.br; sobre outras datas comemorativas do dia do professor ao redor do mundo: Fête des professeurs e World Teachers’ Day). Ver também: Mensagem Dia do Professor.

Vote bem! Vote melhor! (CNBB – Regional Leste 1)

Posted in Educação, Eleições, Eleições Niterói 2012, Identidade, Pensamento Social, Senso Religioso with tags , , on 01/10/2012 by ehlsinore

A Arquidiocese de Niterói com apoio dos Bispos do Regional Leste 1, tem distribuído através das 75 paróquias de seu território espalhadas por mais de 14 municípios, o folheto informativo e exortativo: Vote bem! Vote melhor!

Mais um instrumento para reflexão nestas eleições:

A atualidade de Chesterton em duas palestras no Rio de Janeiro

Posted in Cultura, Educação, espiritualidade, Evento, Inclusão Social, Pensamento Social, Senso Religioso with tags , , , , , on 02/11/2010 by ehlsinore

O Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista (CIEEP), em parceria com o G. K. Chesterton Institute for Faith & Culture da Seton Hall University, promoverá essa semana duas conferência sobre o escritor inglês G. K. Chesterton (1874-1936), ministradas pelos professores Pe. Ian Boyd C.S.B. e Dermot Quinn.

No dia 5 de novembro de 2010 (sexta-feira) às 19h30min a palestra ‘Santo Tomás de Aquino, G. K. Chesterton e o Pensamento Social Distributista’, no Instituto Filosófico e Teológico do Seminário São José de Niterói, na Rua Dr. Genserico Ribeiro, nº 59, São Lourenço, Niterói, RJ.

No dia 6 de novembro de 2010 (sábado) às 09h30min a palestra ‘G. K. Chesterton e O que há de Errado com o Mundo?’, no Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, na Rua Dom Gerardo, nº 42, Centro, Rio de Janeiro, RJ.